Projeto
Projeto Pellet Feed (Projeto Ferro Verde)
(Pellet Feed)
Os estudos de viabilidade ambiental estão liberados para análise detalhada da sociedade. O INEMA recebe contribuições formais antes da realização da sessão presencial da Audiência Pública.
Status do Processo:
01 · Início
Este é o canal oficial de consulta pública do Projeto Ferro Verde. Etapa obrigatória da legislação ambiental brasileira, a audiência garante à comunidade o direito de conhecer a fundo o projeto, questionar os dados técnicos e registrar contribuições antes de qualquer decisão do órgão ambiental.
Projeto
Projeto Pellet Feed (Projeto Ferro Verde)
Órgão Condutor
Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (INEMA)
Fase Atual
Licença Prévia — Análise estrita de viabilidade ambiental, concepção de engenharia e localização
Acesso direto
02 · Sobre o projeto
O Projeto Ferro Verde visa a extração e o beneficiamento de minério de ferro no sudoeste da Bahia. O produto final é o pellet feed, matéria-prima de alta pureza exigida pela indústria siderúrgica global. A operação engloba frentes de lavra, usina de beneficiamento, pátios de estocagem, logística de transporte interno e reservatório de água próprio.
Os estudos ambientais e socioeconômicos cobrem diretamente os
municípios de:
O licenciamento do Projeto Ferro Verde exige que cada frente ambiental seja estudada, monitorada e controlada de forma independente. Água, ar, solo, fauna, flora e patrimônio arqueológico foram tratados com o mesmo rigor técnico ao longo da elaboração do EIA/RIMA.
Entre 2022 e 2024, o solo, a fauna, a flora e o patrimônio arqueológico da região foram levantados em campanhas de campo. A água e o ar são as duas frentes que seguem em monitoramento contínuo, mesmo depois de concluídos os estudos de campo.
Para o abastecimento do processo industrial, será implantado um reservatório de água ao sul da planta de beneficiamento, com estrutura dimensionada para a regularização hídrica da bacia do Rio de Contas.
Cada uma dessas frentes tem um programa próprio de acompanhamento previsto para a implantação e a operação do projeto, entre eles o Programa de Monitoramento de Qualidade da Água, o Programa de Monitoramento da Fauna Silvestre, o Programa de Monitoramento e Resgate de Flora e o Programa de Emissão de Material Particulado. É esse conjunto de medidas que sustenta a análise do INEMA sobre o projeto.
A Brazil Iron submete o Projeto Ferro Verde para análise pública e técnica. O objetivo é a conformidade com as exigências de licenciamento e a integração econômica com o território baiano.
03 · Os documentos oficiais
Os estudos técnicos já estão liberados para download e escrutínio público antes da audiência.
O Raio-X Técnico
É o Estudo de Impacto Ambiental completo. Contém os dados brutos, diagnósticos profundos de engenharia e a modelagem detalhada de mitigação. Focado em especialistas, técnicos e órgãos de controle.
Download do EIA — Arquivos Técnicos CompletosA Porta de Entrada
É o Relatório de Impacto Ambiental. Traduz os dados complexos da engenharia para uma linguagem clara e direta. É a melhor opção para a população em geral entender os impactos e as soluções do projeto.
Download do RIMA — Versão Otimizada (PDF)04 · Participação
Toda pergunta enviada é anexada ao processo administrativo do INEMA. Utilize o formulário abaixo para acionar a equipe de engenharia e análise ambiental do projeto.
05 · Perguntas frequentes
É o espaço formal para o INEMA e a Brazil Iron apresentarem o RIMA à sociedade, abrindo o microfone para perguntas, críticas e contribuições da população local.
Não. Ela não é uma votação. É uma etapa de coleta de dados e escuta social que o INEMA usará para basear seu parecer técnico final.
Qualquer cidadão. O acesso segue as regras de inscrição e lotação definidas publicamente pelo INEMA.
Através de inscrição prévia para uso do microfone ou envio de perguntas por escrito durante a sessão, conforme o rito do INEMA.
Todas as falas viram atas oficiais. O INEMA cruza as demandas da população com os estudos técnicos (EIA) e pode exigir que a empresa faça alterações no projeto antes de emitir qualquer licença.
São consultas prévias para democratizar a informação e tirar dúvidas urgentes das comunidades, preparando a população para a audiência oficial.
A base de dados científicos e técnicos do projeto (Estudo de Impacto Ambiental).
O resumo ilustrado e simplificado do EIA (Relatório de Impacto Ambiental).
Não. O projeto está na fase inicial (Licença Prévia). O INEMA está avaliando se o local escolhido e a concepção da engenharia são ambientalmente viáveis.
Uma planta de extração e processamento de minério de ferro de alto padrão.
É um pó de minério de altíssima concentração de ferro, usado na indústria siderúrgica pesada para fabricação de aço.
A mina de extração, a usina de beneficiamento, estradas de transporte interno, áreas para disposição do material, o reservatório de água industrial e o sistema logístico de escoamento.
O estudo prevê 8 milhões de toneladas anuais (Mtpa), com estrutura projetada para uma futura expansão de até 10 milhões de toneladas/ano.
A gestão hídrica é o item de maior controle do RIMA. O projeto mapeou a capacidade da região e exige monitoramento diário para não comprometer o abastecimento local.
Sim, está projetado um reservatório de água limpa exclusivo para sustentar o processo industrial, cuja segurança e viabilidade estão sob análise do licenciamento.
Sim. A Brazil Iron já monitora as águas superficiais e subterrâneas na fase atual. O RIMA obriga a manutenção contínua dessa análise, com intervenção imediata caso os parâmetros sofram alteração.
Não haverá barragem de rejeito úmido. A engenharia definiu o uso de pilha de rejeito seco, eliminando os riscos estruturais associados ao modelo antigo de barragens.
As operações de lavra geram ruído e poeira, impactos inerentes à mineração. O licenciamento estabelece limites legais rígidos para emissões atmosféricas e vibração, obrigando a empresa a instalar sistemas de supressão e controle ininterrupto.
Sim. Equipamentos já monitoram o ar da região para criar uma "linha de base". Isso garante que o órgão ambiental saiba exatamente como era o ar antes do projeto para cobrar a manutenção da qualidade depois.
O EIA mapeou espécies protegidas e a flora endêmica. O avanço da lavra exige compensação ambiental equivalente e programas de resgate de fauna.
Sim. O estudo espeleológico mapeou as cavernas locais. O grau de relevância delas guiará a proteção da área conforme a lei federal.
Absolutamente. Se os estudos ambientais ou as exigências da comunidade apontarem falhas, a engenharia do projeto será readequada.
Sim. Obras de infraestrutura alteram a dinâmica populacional, o trânsito e o comércio. O plano socioambiental visa minimizar os transtornos logísticos e potencializar os ganhos econômicos locais.
O planejamento de engenharia tenta ao máximo desviar de áreas ocupadas. Caso o uso de propriedades privadas seja tecnicamente inevitável, a legislação brasileira é aplicada. Nenhuma intervenção ocorre sem diálogo prévio e individual com as famílias afetadas.
É baseada em avaliações de mercado, benfeitorias e viabilidade econômica. O processo é tratado caso a caso. Ninguém cede propriedade sem a devida compensação justa e firmada legalmente.
As rotas de escoamento e a convivência com a agropecuária local constam no plano de mitigação operacional para evitar colapsos logísticos na região.
Sim. O RIMA projeta um volume expressivo de contratações diretas e indiretas durante as obras e a operação. A prioridade de absorção será sempre para a mão de obra da própria região.
Para garantir que as vagas não sejam preenchidas por pessoas de fora, o projeto exige a execução de programas de treinamento e capacitação técnica nas cidades vizinhas.
É um impacto previsto em projetos desse porte. Para mitigar isso, o RIMA estipula parcerias e apoios institucionais à infraestrutura dos municípios afetados.
É um conselho local (formado por moradores, empresa e prefeituras) para fiscalizar e cobrar as promessas e obrigações do projeto no dia a dia.
Através dos dados de monitoramento abertos, auditorias do INEMA e das reuniões regulares da Comissão de Acompanhamento.
Os protocolos de correção entram em ação imediata, sujeitando a empresa a multas, paralisação das atividades ou perda da licença pelo órgão fiscalizador.
Não. O monitoramento socioambiental é ininterrupto da Licença Prévia até o fim da vida útil da mina.
A legislação exige o Plano de Fechamento de Mina (PRAD). A empresa é legalmente obrigada a desmobilizar a estrutura, recuperar a topografia e replantar a vegetação nativa na área impactada.
Neste portal (links acima), no site do INEMA, e nas cópias físicas disponibilizadas nas prefeituras e polos de atendimento locais.
06 · Cronograma
A transparência exige acompanhamento de prazos. Veja o estágio real do processo:
Etapa 1
Etapa 2
Etapa 3
Etapa 4
Etapa 5
07 · Governança
Empreendedor Titular
Brazil Iron
Órgão Fiscalizador (Estado da Bahia)
Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA)
Atendimento Institucional
contato@braziliron.com.brData Base do Documento
Julho de 2026